My baby just loves to dance, she's got to dance, she wants to dance...


A megatalentosa professora da Amanda antes de conduzi-la aos bastidores do teatro. 
Azamiga beijoqueiras.

We love to dance, we love to dance, uuuhhuuuuu...

Sentada no escuro da plateia, insisto no modo automático, que evidentemente não dá conta de fotografar corpos em movimento na luz tão específica do teatro, e volto pra casa com imagens borradas. Nada de figuras claras e nítidas, apenas vultos que parecem se mexer e... espera aí. De repente gosto das fotos. Ah, nem reclamo mais. Faz de conta que é como se eu tivesse fotografado até a voz rouca da Zaz cantando outra vez Nous debout, debout, même les pieds dans la boue, on voit les étoiles jusqu'au bout.... Vocês tão leves, tão envolventes, colmeia de meninas bailarinas enchendo aquele palco de luz. Boba eu que não larguei a máquina, assim não teria perdido nem um segundinho. Mas deixa estar, logo vocês estarão lá outra vez. Por ora vou curtir meus borrões de luzinhas, meus retratos apressados. Que são como música, afinal. Soulève, soulève-toi, au-dessus des toits, des ardoises...





  


Parabéns, minha menina. Que negócio divertido esse tal de palco, né? 

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