Dos dias que a gente leva no peito


Todos os tons de verde que o sol pinta, o vozerio da criançada, as toalhas na grama. Uma... duas tacinhas, cof cof, um café no fim do dia, aquele bolo favorito. Conversê, bem querer, sorvete colorê. Declaro picnic o melhor programa muvuca-família-outonal do pedaço. Ainda mais quando, com o sol quase se despedindo, a Amanda vai lá e, tchan-ans, aprende a andar de bicicleta. Era só um domingo a mais, virou pra sempre.

De olhares apaixonados.

De sorvete escondido no abrigo da churrasqueira enquanto pai e mãe tão lá fora.

Porque sou linda e tenho amigos.

E sou generosa, divido meu bolo.

Um gatinho que vi lá.

Não parece, mas a gente tava tendo uma aula sobre o Van Gogh. Juro.

Charme na pedra.

Quem sabe dá carona.

Quem não sabe tenta. Vai que dá!

Acredita, flor.

Aêê!! (larguei a câmera e fui pro abraço) - Pedalou até a noite cobrir o estacionamento, o clube, o parque. Caiu, levantou, pedalou de novo. Pedalou nos sonhos, pedala nas conversas, canta, ri fácil e saltita. Ah, vida, há dias em que você capricha. 

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