Para lembrar que é uma ilha


Quando me mudei para Florianópolis, muitos anos atrás, passei algum tempo desbravando a ilha, visitando toda praia, cada trilha, cada canto. Foi um tempo de divertido encantamento. Acho que nunca deixei de enxergar as belezas daqui, mas meus olhos foram aos poucos se acostumando com o azul ao meu redor. Se é verdade que o que antes me fazia suspirar ainda me alegra, também é verdade que ficaram mais raras as interjeições. De vez em quando, no entando, certos passeios me fazem ver que deslumbres combinam com isso aqui. E que sempre cabem ohs e ahs.


Então zarpamos e seguimos os rumos da Lagoa da Conceição. O vento gelado tentou atrapalhar, mas a gente cuida das gargantas inflamadas depois. 










(Eu bem que banquei a mãe chata e tentei impedir os pés na água fria, mas aí vi que estava só sendo uma mãe chata daquelas que tentam... impedir crianças de botar os pés na água fria. E resolvi tirar fotos ao invés de encher o saco.)

(Arthur à caça da folhinha perfeita.)

Amanda cazamiga, curtindo o sol de casaco.

Um brinde grato aos amigos que nos fizeram jogar no esquecimento as correrias da semana que passou. (A linha do horizonte torta tem a ver apenas com o balanço do barco, registre-se...)

Ah, e ainda comi cocada no final. \O/

3 comentários:

K disse...

Adoraveis! Seu texto, o passeio, as fotos...tudo!

Angela disse...

Tudo muito lindo!!!

Camila disse...

Que lugar lindo e que pessôuas mais ainda <3

 
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