Westeros na minha casa


Não achei tão divertido quanto Colonizadores de Catan, mas é bom também. O visual é lindo, amei o design das cartas e de todas as peças. No tabuleiro, claro, Westeros. Cada jogador adota uma Casa (fui Stark e me dei mal, pobre Winterfell) e tenta avançar pelo continente. O primeiro a conquistar sete castelos ou aquele que tiver mais castelos após dez rodadas é o vencedor. Há milhares de detalhes que podem interferir no sucesso de cada lance; não há dados, valem sua estratégia e o que as cartas reservarem para o grupo em cada turno. Além de controlar o avanço dos inimigos e conquistar suprimentos para os exércitos, é preciso disputar as regalias de quem ocupa o Trono de Ferro, conquista a espada ou detém o poder do Corvo que tudo vê. E, claro, ficar atento aos selvagens que podem cruzar a Muralha a qualquer momento.





De puro aço valiriano, poderosa.


Lannisters & Baratheons

Um Greyjoy metido ameaçando meu cavalo Stark.

O que pega é o ritmo do jogo: é preciso planejamento e negociatas a cada turno, portanto, tal qual War, uma partida pode levar horas. A nossa levou cinco horas e quinze minutos, aproximadamente. Dormir? Para os fracos (quase dormi; minha capacidade de planejar ataques bélicos às duas da manhã é altamente limitada, pude perceber). Talvez o jogo tenha sido projetado para se parecer bem com a série de livros: a gente se pergunta se vai ter fim. Pretendo jogar a próxima partida durante o dia, com os olhos bem abertos, e me vingar do massacre dos Baratheons que, dessa vez, levaram a melhor. Deixa eles. They know nothing.


2 comentários:

luci disse...

AHMÔDEUSDUCEU, que coisa linda! nem sabia que existia o jogo! mas ainda que eu tivesse, nao teria com quem jogar, tou tentando (ainda) convencer meus colocs a verem a serie hihihihihi

Caminhante disse...

Aiiii, morri de vontade aqui!

 
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