Vento e sorte


Primeiro: Achei que tivesse deixado minha máquina fotográfica em casa. Não deixei. Deixei no banco de trás do táxi.

Mas: Normalmente vamos ao aeroporto com o mesmo taxista.

Então: Liguei pra ele. Uma passageira do táxi avisou que havia uma bolsa no banco de trás. Ele guardou nossa máquina. 

Moral: Sou uma cabeça-de-vento com sorte.



2 comentários:

Clara Lopez disse...

O ser de sorte é mais forte do a cabeça de vento, isso se conserta, já a sorte, sei não...:)
abraço, clara

Anônimo disse...

Que sorte!!
Rita, voltei. Menina acabei de entrar na estradaanil e tenho trocentos posts atrasados. Vou lendo aos pouquinhos. Ja fiquei com agua na boca da canjica. Menina, do jeito que minha mãe fazia canjica. Gente e a arupemba!?
Ah, menina só lembrei de voce após passarmos por Maceió rumo a Maragogi, quando leio: Ipioca. Só lembrei da sua história de férias por lá. Agoro preciso ir, depois volto para continuar a leitura.
Beijos,
Ju

 
©A Estrada Anil - Todos os direitos reservados. Layout por { float: left; }