O luxo dos sorrisos podres



Sigo lendo Breve História da Vida Doméstica (Bill Bryson, Ed. Cia das Letras, trad. Isa Mara Lando), sem pressa. De vez em quando me deparo com essas:

"Os britânicos sempre gostaram de açúcar, tanto que quando tiveram acesso a ele, por volta da época de Henrique VIII, o colocavam em quase tudo - nos ovos, na carne, no vinho. Colocavam quatidades de açúcar sobre as batatas, salpicavam sobre as verduras, comiam puro às colheradas, quando podiam se dar ao luxo. Embora fosse muito caro, as pessoas o consumiam até seus dentes ficarem negros; e, se os dentes não ficavam negros naturalmente, eles os enegreciam artificalmente, para mostrar que viviam no luxo e podiam gozar desse prazer." 

Será que é verdade? Bryson não fala como as pessoas enegreciam os dentes artificialmente. Se isso realmente acontecia, só nos resta rir, né. A humanidade, essa pândega. 

3 comentários:

Patricia Scarpin disse...

Olha, sei não nessa época, mas outro dia, vendo um programa da Nigella, fiquei horrorizada com os dentes negros do pai dela (a saber, Nigel Lawson, aquele mesmo da política). Nojinho. :S

Clara Lopez disse...

Bom, estou precisando usar periogard na boca há algum tempo, os dentes ficam como se tivesse fumado uns dois maços de cigarro... depois desse período, limpeza urgente :))
abraço, clara

Rita disse...

Patricia, ui...

Clara, odeio Periogard com todas as forças, pode?

Bjs,
Rita

 
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