O universo desocupado


Adoro aqueles pequenos casos de coincidências incríveis. Alguém fala no Fulano que sumiu há dez anos e o Fulano liga no mesmo dia. Casos bobos, sem qualquer consequência, que rendem risadas e só. Adoro, fazer o quê. Achei muita graça da experiência coincidência-incrível ocorrida com o Ulisses na semana passada.

Meu marido aceitou a proposta de um banco X para fazer cartão de crédito tal. A representante do banco foi ao trabalho dele caçar clientes, então Ulisses preencheu propostas e conheceu as condições sem precisar pôr os pés na agência bancária que, aliás, ele nem sabia onde ficava. As assinaturas seriam colhidas depois, quando tudo fosse aprovado e tal.

Passaram-se duas semanas, talvez. Numa tarde qualquer da semana passada, Ulisses acompanhou sua mãe a uma consulta médica. Depois da consulta, quando caminhavam para o ponto onde eu os encontraria para uma carona, viu a agência do tal banco e comentou "olha, mãe, a agência do banco do tal cartão novo; nem sonhava que ficava aqui". Pois bem, no exato momento em que Ulisses passava na calçada do banco, em frente à porta de entrada, seu celular tocou. Era a moça do banco querendo agendar uma hora para ele dar uma passada na agência e assinar a papelada do cartão que ficara pronta. Uia.

O colega místico comentou que era o universo e suas confluências. Eu acho graça e penso que as forças do universo têm motivos mais nobres para se mobilizar que a papelada do banco do Ulisses. Mas achei um barato a coincidência.


2 comentários:

leila disse...

demais!!!!!!!!!!!!

caso.me.esquecam disse...

e eu falando de coincidencia no post das figurinhas do album! hahahahaha

 
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