Do que não é



Peguei a caneta e o papel branco parecia o mar: revolto. Ergui o olhar e o espelho parecia a adolescência. Olhei ao redor e ninguém sabe onde foi parar minha estrada florida. Ninguém viu. No meu peito mora um aperto. No meu aperto encaixo o mundo inteiro, que sou assim, exagerada. Sou uma mulher que faz dramas. Mas insisto que são legítimos.

Dias em que eu queria que tudo fosse mais simples.

6 comentários:

Juliana disse...

posso dizer que a dona desse post sou eu? Posso?

Renata Lins disse...

adoro sua forma de escrever sintética e precisa... e tem esses dias, mesmo. Em que a gente gostaria. Mas vai andando, e tem os outros: em que tudo é tão simples que a gente até sente falta das complicações... e a gente continua, caindo às vezes, e levantando. Seguindo, e esperando próximas curvas, próximos desafios.
E vou parar por aqui que tô parecendo livro de auto-ajuda... =)
beijos!

Angela disse...

A sua estrada continua florida! Regasse as flores com tanto carinho e disciplina, que mesmo nos dias em que voce nao as acha, eu ainda as vejo claramente daqui.

Mandei email curtinho.

Um grande beijo!

caso.me.esqueçam disse...

somos todas exageradas, mas faz tanto sentido!

Luciana Nepomuceno disse...

Baby, quando as estradas parecem desertos, bom, amor tá aí pra umedecer as horas e dar rumo ao olhar. Beijo, disponha.

Anônimo disse...

Como disse Ângela, sua estrada continua florida sim! Pois você é uma pessoa iluminada, com um sorriso que conquista todos a sua volta, por onde quer que você passe. Há muito tempo não nos vemos pessoalmente, mas tenho de forma clara a imagem do seu sorriso em minha mente. Daquele sorriso que seus olhos ficam praticamente fechados. Você sorri também com os olhos. Um sorriso iluminado. Um sorri que faz bem a todos em sua volta. Sorria!!
Beijos,
Ju

 
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