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Day 22: Favorite book you had to read for school



School again? Humm... vou imitar a Tina e pular para a faculdade. Aliás, vou pular mais longe, vou lá para a pós. Um dos livros da bibliografia básica do mestrado era um compêndio de literatura em língua inglesa, Elements of Literature - Essay, Fiction, Poetry, Drama, Film, edited by Scholes, Comley, Klauys & Silverman, floreado com notas sobre os elementos que compõem os diversos tipos de textos de ficção (canônicos, néam): um bocado bom de poemas, contos, textos para teatro, cinema, etc. sempre precedidos por algumas páginas introdutórias sobre a história e os elementos de cada tipo de texto - páginas introdutórias estas que eu ignorava solenemente e ia direto aos contos e poemas (além dos originais em língua inglesa, há algumas traduções, como um conto do Jorge Luis Borges e vários outros textos escritos originalmente em outras línguas). Para comer de colherinha, um pouquinho por vez. Tá todo mundo lá: de D. H. Lawrence a Kate Chopin, de William Faulkner a Alice Walker. Um sacrifício enorme fazer o dever de casa. #not
 

4 comentários:

Luciana Nepomuceno disse...

Eu não tenho nada pra dizer mesmo sobre esse livro, mas sou espaçosa e não consigo deixar de comentar as amigas phynnas....

Tina Lopes disse...

Ai que podre de chiiiiique! Adorei, quando crescer quero um desses.

Angela disse...

Apesar de nao conseguir lembrar do que mais gostei na escola, esse post imediatamente me trouxe uma forte lembranca do que deve ter sido um dos mais importantes: Capitaes de Areia.

Lembrei que apos o li, fui ao escritorio do meu pai e peguei todos os livros que ele tinha de Jorge Amado. Hoje so lembrava que praticamente todos eram obras sobre movimentos sociais e do periodo de Prestes. Tive que consultar o google para lembrar dos titulos, entre eles: O Cavaleiro da Esperanca e a triologia Os Subterraneos da Liberdade (Os ásperos tempos, A agonia da noite e A luz no túnel). Quando os li, ainda nao sabia que durante muitos anos esses livros viveram no quartinho de leitura subterraneo e secreto de meu pai. :)

Enquanto procurava os titulos hoje, me deparei com o seguinte sobre Os Subterraneos: "em releitura critica, Jorge Amado dirá que a obra foi, simplesmente, sectária:“Não há nada pior que o espírito de seita. Esse tipo de pensamento mofou”. Ao mesmo tempo, sublinhará sempre a importância de Os subterrâneos da liberdade no processo de seu amadurecimento literário."

Para mim, a importacia de tais livros deveu-se a uma inevitavel expansao de consciencia politica e social. Aos treze anos foi bem mais facil aprender com o Jorge sobre o mundo, o dia a dia, os motivos e a importancia da vida de luta dos meus pais, durante anos que so se amenizaram pouco depois do meu nascimento.

Ao contratrio de voce, nunca tive coragem de ler o Brasil Nunca Mais, que na mesma epoca ficou estacionado por um bom tempo na cabeceira entre a minha cama e a de Simone (a irma corajosa ;) )

beijos,
e esse livro que voce compartilhou hoje me pareceu uma delicia!!

Rita disse...

Lu e Tina, todo um esforço para ser phyna como vocês, tsc tsc. ;-)

Anginha, acho que Capitães foi meu primeiro livro de Jorga Amado também. Nossa, foi marcante, curti pra caramba. Mas não saí devorando tudo dele não, li mais uns 2, acho. Adorei seu relato. Beijão.

Rita

 
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