The Kalanchoe Rainbow




Nossa manhã de sábado foi dedicada à homenagem aos papais organizada pela escola do meu filho mais velho. E, olha, acreditem, foi bem divertido. Os dois, pai e filho, brincaram até cansar (o "cansar" refere-se só ao pai, não ao filho, que este saiu da escola resmungando porque queria mais). Claro que também rolou a inevitável canção entoada por vozes gasguitas, mas bem afinadinhas. De minha parte achei tudo bem oportuno, já que desconfio seriamente que esses dois aqui de casa vão ser mesmo amigos para sempre.



De lá fomos almoçar com outros amigos queridos. "Almoçar" é modo de dizer, porque o Arthur e a Amanda não comeram praticamente nada. E se comportaram tão mal, mas tão mal, que precisei sair da mesa duas vezes, uma com cada um, para um papo cabeça do lado de fora do restaurante, sabe como é que é. Todo o povo que almoçou por lá hoje deve estar horrorizado com "aquela mãe, cuja filha de dois anos gritou com ela". É, meu povo, a primeira adolescência da minha pequena chegou com gosto. Mas deixa ela, já tenho know-how... Então comi minha comida fria, mas o papo na mesa tava bom e a companhia também. Não acho que nossos amigos concordam com isso, com tanta gritaria naquela mesa, mas vá lá. Bom, pelo menos tenho a consciência tranquila de que não ignorei os pitis da pequena, nem o mau comportamento do maior, e até que nos últimos dois segundos do almoço eles se comportaram direitinho. Acho. Mas não tenho certeza. (Em tempo: tenho horror a gritaria de criança em restaurante, então dei meu jeito de interromper a gritaria da minha. E ainda bem que o papo do lado de fora funcionou, já que o próximo passo seria ir pra casa e eu ainda nem tinha chegado à metade do meu prato - e eu adoro a sobremesa do restaurante, hummm.)

Bom, de barriga semicheia, fomos comprar florzinhas, yes! Compramos uma substituta para nossa planta da sala, que bateu as raízes, coitada - não por falta de cuidados, só não a levamos para o hospital; tentamos o que sabíamos (e o que nos mandaram fazer) para salvá-la, mas ela foi pro céu das plantas. Enquanto o papai e a vovó se encarregavam dessa missão, eu e os pequenos nos ocupamos em escolher coisinhas fofinhas para os banheiros deles. E eu sou facinha, então gosto de kalanchoes, que são coloridinhos, vivem bem e ficam uma graça nos cachepôs de mesma cor. Fofices, fofices.



E como escolher potinho colorido e florzinha gracinha é mais divertido que ficar sentado certinho, mastigando o macarrão, eles se comportaram superbem na floricultura. Mas ficaram sem sobremesa e hoje não tem chocolate.


Pelo menos os banheiros estão felizes.

4 comentários:

Caso me esqueçam disse...

ai, que delicia! aqui na franca a cultura das flores esta por todo lado. eu odiava flores, nao via a menor serventia. mas aqui, a cada data comemorativa, voce ganha as flores mais lindas do mundo! camilo me ofereceu umas flores lindas ha uns dias e eu amei! quem diria! e achei o maximo teu banheiro; realmente: flores mudam tudo! quem diria! :)

ah, que bom que tu comentasse que as crianças se comportaram mal. as vezes eu tenho a impressao que tua familia eh perfeita e ver que voce tem esse tipo de problema me faz crer que isso eh normal. que mesmo as crianças dos pais mais atenciosos podem se tornar dificeis. :/

Juliana disse...

rita, concordo com a luci no que diz respeito a suas crianças. Bom saber que elas tb têm seus dias de levadas.

não tenho paciência crianças que não sossegam em restaurantes,mas me irrito muito, muito, muito mais pais que não as levam prum cantinho pra conversar!!

Flores no banheiro? ah, nunca pensei! kkk não sou chegada em flores pela casa,não!!

beijoooo

Borboletas nos Olhos disse...

Creio que é até bem previsível que em dias de grande excitação as crianças fiquem impossíveis em lugares públicos. E acho inaceitável pais omissos. Mas a conversinha ao pé do ouvido é tudo de bom. E amei as flores no banheiro. Mas, desastrada e esquecida como sou ou derrubo ou mato de inanição. Pena...

Rita disse...

Oi, pessoas.

Luci: adoro flores, sempre gostei. Em Londres me esbaldava com tanto colorido em cada esquininha... aqui em Floripa também temos alguns canteiros nas ruas, mas nada que se compare à loucura dos ingleses pelas flores. Ontem compramos mudinhas de amor-perfeito para a frente da nossa casa. Qto às crianças, elas têm dias impossíveis, dias maravilhosos e dias mesclados, como qualquer criança, acredito. E, em qualquer modalidade de dia, energia de sobra. :-)

Juliana, adoro flores pela casa. E plantas sem flores também. Caem as flores, substituímos por outra até que aquela volte a florir de novo. :-)

Borboleta, também não suporto a gritaria. Mas, ai, eles adoram... Credo.

Beijocas,

Rita

 
©A Estrada Anil - Todos os direitos reservados. Layout por { float: left; }