A torcida complicada e o selo




Vou dizer de novo aqui algo que disse no twitter ontem, só para não dar margens a entendimentos confusos. Em primeiro lugar, exceto pela Copa do Mundo, futebol tem espaço quase nulo na minha vida. Torço pela seleção, mas não acompanho campeonatos nacionais ou regionais, por exemplo. Sou cruzeirense em apoio ao maridão, praticamente, mas não me pergunte nada sobre o time, porque não vou saber a resposta. Às vezes acho que torço pelo Avaí, às vezes sou Figueirense. Uma coisa doida mesmo. Pois bem. Gosto de Copa porque gosto de festa, porque adoro ver o país (quase) inteiro torcendo junto, porque dá o maior orgulho ver nossos jogadores mandando bem lá fora ou aqui. Identidade nacional? Hum, mais ou menos, porque mesmo quando o país estava afundado em crises profundas e o povo se limitava a discutir novelas, eu ainda torcia pela seleção.

E aí tem aquela coisa da Argentina. Eu sempre torço contra a Argentina e encaro isso no maior conforto. Calma, leiam até o fim. É pura molecagem mesmo. Faz parte da festa, já falei disso aqui. Quando a Argentina entra em campo, entram junto, pra mim, décadas de provocações e brincadeiras absolutamente restritas ao mundo do futebol, que dão à Copa aquele tempero extra, apimentam as conversas, fazem a gente rir pra caramba. Rir do jogo. Do futebol. Da seleção. Nunca do país. Quando a Argentina joga, não embarco no sentimento “todos pela América do Sul”. Porque é a Argentina, uai. Aquela, dos perrengues, das brincadeiras, dos comerciais divertidos. Ora. Os hermanos, nossos eternos rivais no futebol. É algo bem diferente do espírito por trás dessa reportagem asquerosa e preconceituosa contra o país Paraguai, por exemplo. Custo a acreditar que uma equipe inteira de produção deixou isso ir ao ar. Vergonhoso, absolutamente inaceitável. Repudio com veemência.

Eu não gostaria de ser europeia. Eu não admiro mais o país Alemanha do que admiro o país Argentina. Eu não tenho complexo de inferioridade por ser latino-americana, muitíssimo pelo contrário. Nunca na história desse país (não resisti) tive tanto orgulho de ser daqui, apesar de todos os nossos problemas. Não sofro dos melindres de quem se acha bacana por ser descendente dessa ou daquela nacionalidade europeia. Eca. Mas ontem eu torci pela seleção alemã de futebol. Percebem? É só futebol. Se fosse um plebiscito para apontar que país deveria ser alçado à condição de potência mundial, Argentina ou Alemanha, eu votaria na Argentina. Mas era só futebol. E se um dia, por uma razão qualquer, eu decidir torcer pela Argentina contra qualquer outra seleção, sei lá, a da Perinésia do Norte, nem vou entrar em crise. Porque, para mim, é só futebol. Não tem absolutamente nada a ver com o meu olhar sobre a rica cultura argentina, por exemplo. É bom prestar atenção.

Então o post anterior não tem nada de chacota com o país do Maradona. Foi só o registro de minha alegria porque a seleção de futebol que ele comanda perdeu. Eu acho que já ficou claro, né? Então tá bom. Ou alguém aí se ofendeu com os holandeses dançando nas ruas de Amsterdã, ao som de Aquarela do Brasil?

E apesar de eu não partilhar de noventa por cento dos comentários que ouvi, na Rede Globo, por exemplo (não há que se falar em “vingança” - vingança do quê? - acho que os argentinos perderam com dignidade, jogaram limpo em campo e a postura do Maradona foi absolutamente natural e correta na hora da derrota: apoio ao seu grupo, tristeza evidente), digo mais: quando leio alguém escrevendo “não entendo essa torcida contra a Argentina”, eu pergunto “em que país essa pessoa mora, que nunca ouviu falar disso?” Ah, dá um tempo. A pessoa pode até não embarcar na brincadeira, mas dizer que “não entende”, aí já é forçar a barra.

Aff, viver é difícil, né? Tem de explicar a brincadeira.

***


Pois bem, enquanto brasileiros e argentinos voltam pra casa, este bloguito recebeu outro afago gracinha. A Nardele mandou selinho para cá. Êba! Nardele, linda, adorei o carinho, você é um doce.

Confesso que não sou muito boa no quesito “cumprir as tais tarefinhas” de quem ganha os selinhos, mas vou me esforçar. Vamos lá. Devo contar o porquê de ter começado o blog e indicar cinco seguidores para receber o selo também.

Comecei o blog há um ano, para brincar de escrever. Os rumos que ele tomou são bem diferentes do que eu esperava, jamais imaginei que fosse “conhecer” tanta gente legal na blogosfera, enriquecer tanto com tantas discussões bacanas aqui e nos muitos blogs que frequento. A blogosfera é a democracia pura e simples. E é boa, povo, ai como é boa.

Bem, o selo é para “seguidores fiéis” (hihihi, e o Estrada Anil nem é seita). Óbvio, ululante a não mais poder, que eu agradeço de joelhos a quem se dar ao trabalho de espiar o que escrevo. Quem é contumaz, então, afe, obrigadíssima!! Então ofereço o selinho para todos os leitores do Estrada Anil, blogueiros ou não, e, em especial, para cinco blogueiras que andam caminhando bastante por aqui nas últimas semanas:

Borboleta, a mais fiel dos últimos tempos, sempre tagarelando, adoro adoro. Quem for ao blog dela, vai ver literatura.

Luci, pitaqueira das boas.

Iara, sempre um papo bom.

Dani. Quem for ao blog da Dani, tem de ler posts antigos também. Mina de ouro.

Patricia, do TK. Porque está sempre por aqui e, além do mais, o blog lindo dela está de aniversário.

Obrigada, Nardele!

17 comentários:

Nardele disse...

Oba!! Adorei! Indicar o seu blog foi facílimo, porque eu a-do-ro, sempre venho, amo ler, fico um tempão por aqui. E, olha, sempre as surpresinhas boas, ganhei um indicação sua! Que máximo! Muito obrigada também!

Concordo contigo, acho a blogosfera uma coisa tão legal, cheia de gente bacana, trazendo estilos novos de escrita, às vezes bem humorados, outras carregados de drama, uns mais leves, outros densos, uns mais assíduos (você!), outros menos (humm, ok, eu!), mas sempre trazendo pontos de vista diferentes e sempre muito legais.

Parabéns pelo seu blog!

Beijão!

Caso me esqueçam disse...

opa! vamos devagar porque foi muita informação pra minha cabeça!

primeiro: que videozinho mais seboso, hein! enquanto eu assistia, me perguntava "eh serio?". tipo, ja nao bastava maite proença vs portugal? uma pessoa que bola uma materia dessas deve se sentir muito superior, do contrario, haveria respeito. "como fulana eh generosa". aergh.

segundo: adorei o selinho! e aviso: nao eh nenhum sacrificio seguir esse blog e ler cada post. adoro! alias, ler os blogs que eu adicionei ao meu sao eh uma cosia que me dah prazer. eu aprendo com as outras opinioes, abro minha cabecinha, por isso, escolho a dedo os que vou seguir. como eh o caso desse.

vida longa ao estrada! :)
besos!

Caso me esqueçam disse...

ah, soh uma coisa. acho engracado quando vejo no orkut de alguem comunidades do tipo "descendentes de italiano".

"descendentes de indio" nao tem, neh? hehehe

Luz! disse...

eu estava procurando esse vídeo, Rita! Não que deva ser algo bom de ver, né? Mas fiquei indignada com o que li sobre ele. Olha o que o jornal paraguaio La Nación diz: "La Laranja Mecánica se encargó así de hacer justicia y dar una gran lección a quienes tienen en el corazón una rabia innecesaria hacia una nación pobre pero digna".

Ficaram indignados. E com razão!

...

Adorei essa coisa do selo. Também ganhei e fiquei toda feliz hihi.

Seu blog é ótimo. Mais do que merece um milhão de indicações! :)

beijos

Daniela disse...

Nossa, escrevi um comentario enorme e nao se publicou.

Resumo, tenho vários amigos paraguaios que conhecem a nossa música, que adoram o brasil, que conhecem nossos cantores pelo nome, ao que parece a nossa musica arrasa nas discos de lá. Ficava muito envergonhada por não saber NADA sobre o Paraguai. Uma coisa eu sei hoje: gente adorável, batalhadora, idealista, inteligente, capaz e que adora o Brasil.

Vergonha enorme da SportTV.

E sobre não entenderem como torcemos contra a Argentina...me surpreende demais as pessoas que torcem à favor...rss

Sou péssima com essas tarefas, ainda bem que vc me entende..rs..mas obrigada pela indicação

Beijos, querida!

Ana Duarte disse...

Ola Rita,
O problema é que as pessoas levam tudo pro outro lado. Eu também postei hoje no meu blog um texto em que eu falo que nao torci pra Argentina. Mas eu nao torci mesmo, vou fazer o que??? e isso nao tem nada a ver com questoes raciais. Gosto de torcer contra eles. Como você mesma disse, é so futebol, nada mais que isso! Esse mundo é complicado né? rsrsrs
Beijos

Jussara disse...

Puxa, difícil acreditar que tem gente que se ofende ao saber que as pessoas (acho que a grande maioria) torcem contra a Argentina aqui no Brasil. Mas, e daí? É brincadeira e é só no futebol. Eu tb não tenho nada contra a Argentina, mas no futebol, vou sempre torcer contra, rsrs. E outra, lá eles tb torcem contra a gente (leio o blog de uma moça que mora lá, e ela disse que eles até soltaram fogos quando perdemos, rs). Então, se a pessoa não entende essa rivalidade, essa brincadeira, deve morar em Marte mesmo, né? No mais, vc já disse tudo.
E sobre o vídeo do Paraguai, sinto o mesmo que vc: repúdio e indignação. Torci muito por eles, mas por causa mais uma vez de uma má arbitragem, não deu :/.
Concordo com a "Caso me esqueçam": é espantoso o número de pessoas no orkut descendente de europeus ou que se denomina caucasiano. Ninguém é descendente de negros e nem de índios :D.

Borboletas nos Olhos disse...

Desculpa, eu não vou dizer nada do post. É que eu não consigo. Borboleta sou eu, sou eu, sou eu...(pra ler como se fosse aquela música do Belchior sobre o Corcovado e tal). Eu ganhei um selo!!!!! Da mais linda estrada que eu podia percorrer. Não consigo pensar em outra coisa...O que eu faço agora? (porque com selo, até hoje, eu só fiz mandar cartas...)

Borboletas nos Olhos disse...

Uau, fiquei tão emocionada que esqueci de parabenizar o SEU selo e dizer que você merece demais, seu blog é muito acolhedor, interessante e inteligente.

Patricia Scarpin disse...

Oi, querida!
Fiquei super feliz por receber o selinho de vc, ainda mais no aniversário do blog, eba! Presentão!
Adoro estar sempre por aqui.

Beijo e obrigada!

Tata disse...

bom, eu fui uma q disse q não entendo. e não entendo mesmo. pq uma rivalidade folclórica, eu posso compreender, em tom de brincadeira. mas a maioria dos comentários que li e ouvi no sábado não eram em tom de brincadeira, eram preconceituosos e ofensivos. é isso que não entendo. porque para a maioria das pessoas, a rivalidade não pára no futebol, não. é preconceito mesmo, discriminação. tenho muitos amigos argentinos, trabalhei muito tempo com argentinos e vi isso acontecendo a torto e a direito, diante dos meus olhos. você pode dizer que é só futebol, mas na maioria das vezes, não é, e é isso que acho sim triste e lamentável. mais ainda quando pensamos que esse preconceito, por mais que digamos que não, é via de mão única, porque os brasileiros são sempre muito bem vindos por lá, muito bem tratados e bem recebidos. eles gostam muito do povo brasileiro e enxergam e vestem a camisa da identidade cultural que é óbvia, só não vê quem não quer.
era sobre isso que eu falava no sábado no tuí. brincadeira, sim, encaro numa boa. preconceito, não entendo, e não sou conivente.
só botando uns pingos nos is, ok?
e parabéns pelo selinho, merecidíssimo! :-)
besitos

Tata disse...

ah, e "caso me esqueçam" (rs, não sei seu nome, desculpe!), existe sim no orkut uma comunidade para "descendentes de índios". eu inclusive faço parte dela! :-)

Rita disse...

Oiê, pessoas boas!

Nardele, querida, muito obrigada, viu? Como já falei, você é um doce. Bj!

Luci, pois é, que videozinho, né? Hoje li que o SportTV pediu desculpas, mas não consegui ver o vídeo das desculpas, então ainda não sei como foi, nem se foi mesmo.
Obrigada pelo carinho; a recíproca é verdadeira, adoro seu blog que, normalmente, me mata de rir. Bj!

Luz, oi! Obrigada, viu? Descobri seu blog há pouco tempo e gostei bem também. :-) E adoro as tuitadas. Beijos!

Dani, pois é. Gente legal e torta tem em todo lugar, né? O lance da Argentina, pra mim, é mesmo "futebolístico". E é bem óbvio, acho. Mas, de fato, o preconceito deve existir, né? Infelizmente, é uma praga. Mas não é o caso do pessoal aqui de casa torcendo pela Alemanha, ah não é.
Beijos! Vc sabe que eu adoro seu blog, ne? Então tá.

Oi, Ana. É, pra mim é tudo futebol. Conheço vários hermanos e nunca cogitaria olhá-los com outros olhos só porque Canigia (é assim que escreve?) tirou a gente da copa, em 1990. :-) Bj!

Jussara, oi! Pois então, eu também acho supernatural urucar o time argentino. Eles fazem o mesmo lá, sim. :-) O vídeo é um eca mesmo. Ah, a Tata no comentário aí em cima falo que há comunidades de descendentes de índios, você viu? Beijão!

Oi, Borboletante! Seu blog é muito bom; adoro os posts a la Clarice, hehehe. Bj!

Patricia, espero que seu blog dure 400 anos. Beijos!

Rita

Rita disse...

Tata, oi!

Eu não lembro de você ser uma das pessoas que estavam dizendo não entender a rivalidade Bra/Arg no futebol, mas tudo bem, tá valendo. Vi sua indignação com o vizinho que estava vibrando com os gols da Alemanha e tal, mas não vi a parte do “não entender” – aí eu estava me referindo a outros tuiteiros.

Acho que ficou claro no meu post que falo por mim, né? Não posso responder por outras pessoas. Eu não tenho preconceito contra ninguém de qualquer nacionalidade. Ainda que eu nunca tivesse sido vítima de preconceito – por ser brasileira, nordestina, paraibana e, na Paraíba, por ser do interior (só falta um marciano me olhar atravessado por eu ser terráquea!) – sei que eu nunca teria preconceito por ninguém por causa da sua origem, ou por qualquer razão. Então eu falo por mim. Na Copa de 1998 eu estava na Inglaterra e um dos meus melhores amigos por lá era o argentino Juan, estudávamos juntos. Os ingleses e argentinos têm uma história de rivalidade bem “quente” no futebol (o famoso gol de mão do Maradona que tirou a Inglaterra da Copa e tal...); pois bem, naquela Copa, argentinos e ingleses se enfrentaram mais uma vez e cheguei a ficar preocupada com o Juan caso ele insistisse em assistir ao jogo em um pub. Porque sim, muita gente extrapola e confunde alhos com bugalhos. Mas não é o meu caso e eu não gostaria de ter ninguém me xingando lá do quintal vizinho por eu torcer para quem eu quiser, entende? Bem, o Juan acabou cedendo e vendo o jogo em casa, vibrou sozinho com a vitória de seu time e a partir daí só sobramos nós, seus amigos brasileiros, para embarcar nas gozações. E olha, não eram poucas, e durante semanas aquele clima de “guerra” foi nossa fonte de diversão favorita. E era lá e cá. No fim deu França, ai, que ódio. À seleção francesa, não à França. Mas, de novo, falo por mim. Aqui em Florianópolis os argentinos estão por toda parte, especialmente no verão. E sempre que tomo conhecimento de um incidente lamentável envolvendo turistas argentinos, sou sempre uma das primeiras (mas não a única) a levantar a bandeira do “não tem nada a ver com o fato de ele/a ser argentino/a”, porque, né, gente desrespeitosa no trânsito, com maus hábitos de educação, por exemplo, não é exatamente algo que os brasileiros nunca tenham praticado, nós também damos nossos maus exemplos; então não gosto quando alguém vem com o papo de “esses argentinos isso, esses argentinos aquilo”. Então, sim, o preconceito existe, mas nem de longe compartilho dele ou sou com ele conivente. Daí que fiquei um pouco incomodada com o tom de reprovação generalizado, como se todo mundo que estava torcendo pela Alemanha fosse alienado e preconceituoso. Porque esse não é absolutamente o meu caso. E eu gritei alto nos gols da Alemanha, mas se ainda tivesse contato com o Juan tenho certeza de que "choraríamos" juntos, por telefone, nossas pitangas, entre uma provocação e outra.
(cont...)

Rita disse...

(continuando...)

Tata,

Quanto ao lance da identidade cultural, ai, como adoro esse tema e poderíamos esticar a conversa. O “só não vê quem não quer” é verdade, vejo o lance da identidade, você tem razão. É claro que existe, vestimos a camisa, penduramos a bandeira, cantamos o hino, somos nós em campo, de certa forma. O que eu quis dizer, de maneira muito simplista, foi que, por exemplo, se o Serra for eleito, eu não vou me identificar tanto com as escolhas de meu país, mas ainda vou torcer pela seleção daqui a quatro anos. Ainda assim, é questionável dizer que todos os argentinos tratam bem os brasileiros, etc. Porque, de novo, é uma simplificação, né? Há também, do lado de lá da fronteira, quem confunda as coisas e venha até aqui, em SC, por exemplo, falar mal do Brasil. Pode apostar. Ainda assim, insisto em achar que esses não “representam” o “povo argentino” (conceito tão complexo quando o de “povo brasileiro”). Mas isso vai longe e esse comentário já está maior que o post.

No fim das contas, você falava de preconceito e eu falava de futebol. E como você mesma disse, você entende a gozação no nível futebolístico, mas não entende o preconceito. Então tá tudo certo, porque esse eu também não entendo direito.

Obrigada por comentar, querida. Já falei lá e repito aqui, sou sua fã. E a chance de bater bola com você só me enche de orgulho (tipo assim, “olha quem ta aqui!”). Venha sempre, tê-la entre os leitores do Estrada é uma honra.
:-)

“Is” devidamente pingados.
:-) Beijos,
Rita

Iara disse...

O mundo girou e eu não passei por aqui. Parabéns pelo selo. Obrigada por indicar meu blog. E não sei também se vou cumprir a tarefa, mas você é boazinha e vai dar um mdesconto, né? Bjo!

Rita disse...

Oi, Iara. Sei que você anda às voltas com sua pesquisa, então nem fui lá te cutucar. Fique à vontade para ser uma blogueira selada e relapsa. :-D

Beijocas!
Rita

 
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