Do limão, uma limonada



De molho, em casa, dia frio, chuva.

Ao invés do café da tarde com os queridos colegas do trabalho, café da tarde com as crianças, cookies, chazinho, cafezão demorado sem relógio (e um pouco de tosse).

No lugar das planilhas e e-mails, sofá e Monstros S.A. ao lado do filhote, pela milésima vez.

Não li memorandos, terminei meu livro.

Ao invés de ler "Solicito os bons préstimos de Vossa Senhoria...", li isso aqui:

"E é por isso mesmo, por ser tão discreto, por ser tão suave, que o amor se recusa a segurar. Amar é ter um pássaro pousado no dedo." - Rubem Alves

A tosse demora a ir embora, a garganta se cansa fácil e a voz volta a sumir. O nariz não está o mais livre do mundo. Mas, sim, estou melhor, pessoas. Obrigada.

4 comentários:

Borboletas nos Olhos disse...

Eu, pior. Mas se até Átila passava...
adoro Monstros S.A, alías, adoro desenhos. Inclusive, como verbetes pro dia a dia, conto sempre com A Nova Onda do Imperador - Ah, muleque!, rsrs)

Nakereba disse...

A senhora quer fazer o favor de melhorar logo? Isso é uma ordem!!rsrs! Continuo lendo todos os dias:)

Tina Lopes disse...

Agora quero ficar doente. Voz sexy e dia todo em casa, pô. ;)

Rita disse...

Oi, Borboleta. Arthur vive repetindo uma fala da malvada do Imperador: "A lhama? He's supposed to be dead!" E a pequena imita, sem ter noção do que tá falando.
:-) Melhoras aí, tá?

Nakereba, oi. Sim, senhor, pode deixar. Hoje já voltei ao trabalho. Tossindo como uma velha coroca, mas up and about. Bj!

Tina, viu só? Nem tudo é tranqueira na gripe, afinal. Beijos!

Obrigada, pessoas boas.
Rita

 
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