Boa noite, filho!




É só um relato. Não é um “como fazer”.

Hoje conversei pela milionésima vez com uma amiga que enfrenta certos dilemas na hora de pôr suas filhotas pequenas na cama. Já conversei muito sobre isso, com várias amigas mamães, e acredito que, apesar de alguns “princípios básicos” funcionarem bem, não há regras fixas e absolutas para determinar o que é “sucesso” e o que é “fracasso” no assunto. A razão é óbvia: o que é conflito certo em algumas famílias pode funcionar muito bem em outras onde o assunto nem é questionado. Por exemplo, há pais e mães que adoram dormir com os filhos no quarto, todos na mesma cama, e não veem nada demais nisso. Outros pais penam para tirarem o mesmo hábito de seus filhos. Então fujo um pouco da ditadura de regrinhas como se elas fossem receitas; escolho aquelas que servem para minha casa, mas evito crucificar quem faz diferente e não reclama. Claro que tenho minha opinião pessoal sobre o assunto, mas no fim das contas é mesmo cada um com seu cada qual. E se nem a psicologia especializada no assunto chega a um consenso, não sou eu quem vai dizer o que é certo ou errado.

Agora, claro, quando converso com amigas que querem mudar algo na rotina da hora da cama com suas crianças, dou minha opinião, cito minhas próprias pisadas de bola e meus acertos e torço para que elas consigam usufruir daquela que, para nós aqui em casa, é uma hora bem divertida. Porque, na boa, e quem tem filho pequeno há de concordar comigo, noites bem dormidas valem muito na rotina de quem convive com a criançada. E, também unânime, criança precisa dormir bem, assim como precisa comer bem, brincar bem, receber elogios, carinhos, mordidinhas, beijinhos, coceguinhas... desculpa, empolguei.

Daí que na minha casa, cada macaco no seu galho. Claro, falo da privilegiada situação de quem pode oferecer um quarto para cada filho, além de ter meu próprio quarto com meu marido. Certamente diria outra coisa se morasse em um barraco ou casa com um cômodo. Então, de novo, já que posso, cada filho dorme em um quarto. Poderiam ser os dois no mesmo quarto, mas ficaria apertado e a casa tem mais de dois quarto e... ah, vocês já entenderam. Pois bem. Então um dia nasceu o Arthur. Ponto parágrafo.

Arthur era um bebê que adormecia no meu colo. Eu a-do-ra-va. Mamava no peito, muitas vezes tomava o complemento na mamadeira, arrotava blleeeerrghhh bem alto e dormia ali no meu ombro. E eu dormia com ele na cadeira de balanço... e a vida era boa. Depois, com ele mais pesado, passei a diminuir o tempo de colo, colocá-lo no berço e sentar-me ao seu lado, cantando até que ele dormisse. Quando ouvia o barulhinho do soninho bom, deixava o quarto sem fazer barulho rumo ao resto da minha noite. E a vida era boa. Daí engravidei da Amanda, mudamos de casa e Arthur ganhou uma cama. E aí ele saía da cama. Então eu sentava lá até que ele dormisse. Começaram as histórias que se intercalavam às canções. E a vida continuava boa. Não era muito boa para o Ulisses, que é bem maior que eu, e ficava meio sem jeito sentado/deitado ao pé da cama, nas noites em que ele se encarregava de fazer o pequeno dormir. Mas ainda assim era bom.


Mããããeee, cooonta!

Então o Arthur aprendeu que o bom mesmo era isso, estar sempre com a gente, enquanto estivesse acordado. Nunca saíamos do quarto até que ele estivesse dormindo, ou ele simplesmente não adormecia; e logo passamos a alternar cinco histórias com cinco canções. Mas a minha barriga cresceu e o tempo de fazer o Arthur dormir se prolongou de forma descontrolada. O que antes eram 20 deliciosos minutos de aconchego e babação se transformaram em horas (eu disse horas) de cansativo exercício de paciência. Até que deixou de ser bom. E deixou de ser bom porque nos convertemos em dois adultos cansados e estressados, mas principalmente porque o Arthur começou a dar nítidos sinais de estar se transformando em uma criança insegura, mal humorada e medrosa. O mau humor, claro, era consequência direta do pouco sono, já que não só demorava horas para adormecer, porque já sabia que sairíamos do quarto quando dormisse, como acordava diversas vezes durante a noite e levantava chorando cada vez que percebia que não havia nenhum de nós por perto. O auge do drama durou cerca de dois meses (quando a Amanda já havia nascido e dormia a noite inteira). Foram semanas difíceis em que ele passou a se alimentar muito mal e não mais querer saber de ir dormir. De jeito nenhum.

Vou poupar vocês de um relato enfadonho das técnicas tentadas para resolver o que, para nós, era um conflito importante. Vamos direto à solução. Um dia decidimos que ele iria dormir sozinho. Foi assim mesmo, a decisão. Foi o entendimento de que ele não estava feliz, de que nós precisávamos dormir (a essas alturas, já nos revezávamos em turnos para conseguir trabalhar e dar conta dele e da Amanda no dia seguinte) e de que sua saúde estava sendo afetada por aquilo tudo. Então explicamos com voz firme que ele ficaria no quarto sozinho, porque ali era seu lugar de dormir e cada um tinha a sua cama, etc. Simples, sem histórias inventadas. E sem dramas. E saímos do quarto, deixamos luz apagada (com luz acesa no corredor, pela segurança dele, nas inevitáveis levantadas), e porta aberta. Sentamos em nossa cama e levamos o Arthur de volta à cama dele todas as dezenas de vezes em que ele rumou para nosso quarto, sem dar chances para seus apelos. Eu chorei no meio da noite. Ulisses foi ao limite da paciência. Arthur adormeceu às quatro horas e vinte minutos da manhã. No dia seguinte, repetimos tudo igual e ele adormeceu a meia-noite. Na terceira noite, adormeceu minutos depois de ser posto na cama. Levantou no meio da noite, foi ao meu quarto, voltou sozinho para o quarto dele. E tudo voltou ao normal. Voltou a comer, voltou ao antigo bom humor, voltamos a dormir. E então tinha a Amanda. Ponto, parágrafo.

Quando a Amanda saiu da fase de só mamar e dormir, passei a deixá-la no berço sozinha para que adormecesse ali. Como sempre foi assim, ela nem chegou a conhecer outra maneira de ir dormir. Com o Arthur tendo feito as pazes com a cama (o problema desapareceu completamente, ele parou de acordar no meio da noite), as histórias na hora de dormir viraram sua rotina. Sendo a Amanda, ainda muito pequena para encarar Peter Pans e fábulas, passei a naná-la com uma canção seguida de beijinhos de boa noite. E como sempre foi assim, ela dormia feliz, em seu quarto, com porta fechada e luz apagada (mantivemos a babá eletrônica no quarto dela, para monitoramento remoto lá do nosso quarto). Mas agora ela já quer saber das histórias (e às vezes é ele quem lê para ela), então a hora de dormir é a hora da historinha contada em conjunto, com livros escolhidos ontem por ele, hoje por ela, na maior animação. Em seguida, beijitos e cada um na sua cama. Claro, sempre há o “quero água”, “tem mosquito?” ou “quero contar um segredo”, mas aí isso já não é dar trabalho para dormir, isso é ser criança. E adoramos. Esgotados os recursos para adiar a hora de fechar os olhos, apagamos as luzes, saímos dos quartos e seguimos para o resto de nossas noites. Em condições normais de temperatura e pressão, dormem a noite inteira e sobra energia no dia seguinte, que começa cedo e vai até as nove da noite. Mas aí a gente dá conta, porque todo mundo dormiu bem.


Bla bla bla bla...

É preciso deixar bem claro que nós associamos os problemas para dormir que o Arthur enfrentou com a chegada da irmã – acredito piamente que isso interferiu, ainda que ele não demonstrasse ciúmes e adorasse a presença dela. Não acho que foi coincidência a coisa ter se agravado tanto logo após ela nascer. Mas não foi só isso. Isso foi o auge de um problema (para nós aqui em casa era um problema) que nós plantamos à medida que não o permitimos dormir sozinho nunca. E eu acho bom tê-los dormindo cada um em seu quarto, com suas referências, seus mundinhos. E nossa cama está sempre ali nas manhãs, especialmente nos fins de semana, para muvucas e aconchegos, cavernas de edredons e sonecas prolongadas antes do café da manhã. Todo mundo junto, se assim quiserem, ou um ali e outro puxando nosso pé. Mas é de manhã, depois de todo mundo ter dormido. Adoro.

O bom de ter uma rotina tranquila na hora de dormir é que os eventuais chamados antes de adormecer não nos cansam, não nos irritam, porque fazem parte da infância: um dia o vento faz barulho na janela, no outro há insônia mesmo ou até um simples denguinho. E tudo bem, porque são momentos esporádicos, não uma rotina cansativa que prejudica o humor da família inteira.


Amaaaandaaa, vai dormir...

Como falei láááá em cima, isso é apenas um relato, não tenho a menor pretensão de ditar fórmulas mágicas para famílias com crianças que têm problemas na hora de dormir. Alguns pais podem mesmo se escandalizar diante de minha determinação em ensinar meu filho a dormir sozinho, mas eu não tenho dúvidas de que a mudança foi maravilhosa para ele. Sua saúde e seu humor foram a prova de que eu precisava. Hoje em dia, é comum ouvir Amanda tagarelando em sua cama antes de adormecer, conversando com seu urso e seu coelho, cantando suas canções favoritas. Às vezes preciso ir lá e pedir para que ela cante mais baixo, ao que ela obedece; e logo dorme. Não está absolutamente estressada. Ou carente. Ou de mau humor. Está linda, falei? Ele normalmente capota em cinco minutos (às vezes não sei como consegue, com a irmã tagarelando no quarto ao lado) e também está lindo. Já falei isso também, né? Tá bom, parei.

10 comentários:

Borboletas nos Olhos disse...

Por favor, faça qualquer coisa, menos parar, rsrs. Admirável post. Admirável mãe. O meu pequeno (de 13 anos e 1,80) adivinhou que sou uma desastrada e, desde o primeiro mês de vida, dorme sozinho, no seu próprio quarto. Sim, temos rotinas que mudaram ao longo dos anos, passando da cantiga (desafinada), contação de história, leitura coletiva (cada um lê um parágrafo), até simplesmente passar a mão nas costas e, hoje, beijo e bênção. Grata por me fazer lembrar e sorrir.

Jux disse...

que história fofa - sim, com alguns atropelos - mas sempre uma história fofa, de um criar os pequenos com paciência, cuidado e amor!
adorei!

beijukka bunita!

Amanda disse...

Que gostosa essa rotina de escovar-os-dentes-historia-soninho-acampamento-na-cama-dos-pais-na-manha-do-fds!

Eu tbm acho que a melhor maneira das crianças dormirem é deixa-las sozinhas, assim elas aprendem a conviver consigo mesmas, a se conhecer melhor, a serem mais autônomas e confiantes. Não sou mãe, mas sou baba, então acho que posso dar uns pitacos, né?

Ana Duarte disse...

Fofo o post Rita!
Depois que eu vim para a França e passei um tempinho como baba, eu pude perceber como as maes faziam por aqui. E aqui (pelo menos as familias que eu trabalhei), criança no maximo 8h30 na cama, e nao tinha xororô nao!!! No começo eu me assustei, achei que eles eram muito duros e tal, mas depois vi que eles estavam certos. Um tempo depois, voltei de férias para o Brasil e me assustei quando por ex via meus sobrinhos dormindo meia noite todos os dias, e minha irma correndo pra la e pra ca... é nao deve ser facil educar os filhos :-)

Rita disse...

Vou botar o pessoal na cama e já volto pra comentar. :-)

Rita

Rita disse...

Ois.

A contação de história tá rolando ali.

Borboleta, também acho que vou me lembrar dessa fase com saudades. Assim, em noites de balada. Ai.

Jux, obrigada, querida!

Oi, Amanda, adoro quando você passa por aqui. Olha, sua opinião vale muito, mesmo. Você deve ter contato com crianças de hábitos diferentes, ao contrário da minha experiência que é restrita à minha família, né? Eu concordo; pode ser coincidência (falo sério, pode ser só coincidência mesmo), mas uns dois ou três casos complicados que conheci de crianças inseguras, inclusive com problemas de relacionamento social, envolviam crianças que sempre dormiam com os pais, alguns mesmo na pre-adolescência. De novo, pode não haver nenhuma relação, mas prefiro deixá-los dormir sozinhos. Beijos!

Oi, Ana. Olha, às vezes complica sim. Mas há casos em que a complicação não vem da infância em si, mas dos grilos que os pais criam. Eu devo estar criando os meus, inevitavelmente. Espero ter olhos abertos para perceber a tempo... Hum, e algumas trocas na blogosfera ajudam muito, viu? Tem um monte bom de mamães trocando figurinhas por aí. Bom demais. Beijos!

Pessoas, vocês acreditam que ontem tive uma insônia daquelas? Li até a uma da manhã, dormi da uma às três, acordei e não dormi mais. Agora vou, logo depois deles. Boa noite!

Rita

Caso me esqueçam disse...

bom, nao posso dar conselho de mae, porque... obvio, neh? nao sou. mas posso dar meu depoimento como criança chorona que fui hehehe

com meus pais nao havia essa boa vida de "historinha" e dormir na cama deles. porra nenhuma. nun-ca dormi na cama dos meus pais. jamais. la em casa tenho um irmao dois anos mais velho e um irmao dois anos mais novo e fomos assim durante muito tempo (quando eu fiz 9 anos, ganhamos uma irma).

mas nessa primeira infancia, eu dormia sozinha no meu quarto e meus irmaos dormiam no outro, juntos. claro que isso me fez ter varios pesadelos. lembro que na sexta-feira passada uns filmes de terror na globo e isso era foda porque eu sempre dormia com as propagandas do filme na cabeça. quando chegava as 18h, eu começava a ficar triste porque sabia que a hora do sono ia chegar logo. era horrivel, rita! eu entrava realmente em depressao, chorava, mas nao lembro de minha mae notar isso. entao, quando ia dormir, tinha pesadelos horriveis, via vultos no quarto e o troço era tao apavorante, que hoje em dia, quando conto meus pesadelos ao pessoal (camilo e meu melhor amigo), eles sempre dizem a mesma coisa: tu devia dirigir filmes de horror. serio, minha mente eh muito fertil pra besteira.

lembro uma vez que tentei ir pra cama da minha mae, mas assim que deitei, tentando nao acorda-la, ouvi a voz dela muito firme: "volta".

apesar disso, eu pretendo fazer igual. quer dizer... igual no sentido de nao deixar jamais os filhos dormirem no meu quarto, mas pretendo conversar sobre os pequenos sobre a forma deles dormirem, porque o pior nao era dormir sozinha, era saber que minha mae estava por fora dos meus pesadelos. gente, criana de impressiona com tudo! os adultos tem que saber disso! lembrando disso, sempre fiz questao de explicar a minha irma que aquele palhaco, que era inofensivo pra mim, mas que poderia ser motivo de pesadelo pra ela, era soh uma pessoa de maquiagem. a gente nao peca por explicar o obvio.

Rita disse...

Oi, Luci.

Menina, que peninha que fiquei de você! Olha, no caso do Arthur, era bem evidente que era só hábito mesmo, sabe? Ele não conseguia dormir porque sabia que sairíamos do quarto, nós o acostumamos assim. Mas lembro de que eu fantasiava bastante também, então estou de olho. Não é porque eles dormem bem que descarto eventuais pesadelos e sustinhos que nascem nas cabecinhas cheias de fantasia. Se rolar medo, quero ajudá-los a superar os bichos, sim. Quando eles ouvem "barulhos estranhos" me chamam e falam, já aconteceu. Se preciso, tranquilizo do jeito que for: sempre explico que o vento faz barulho mesmo e que não há razão para medo. Mas você tem razão: é preciso prestar atenção no que eles dizem. Uma boa conversa pode dissipar medos que, se ignorados, podem durar anos... Tô ligada!

Beijos!
Rita

Ana Paula disse...

Oi Rita, tudo bom? Nem sei como cheguei nesse seu blog vivo lendo tudo que acho sobre crianças, bebes. Ele é ótimo, super bem escrito, Parabéns. Eu tenho idéia fixa com esse tema (sono de criança) leio absolutamente tudo que posso. Moro em NY e sou mãe de um bebe de um ano. Quando estava gravida todo mundo dizia para mim que no final da gravidez ninguem porque parece que a fase final te prepara para as noites sem dormir que vem chegando. Isso nunca me aconteceu. Nunca perdi meu sono ate ele nascer. Tive a sorte de ter um bebe que nunca mamou de madrugada. Nasceu com 4.250 kilos, sempre mamou demais e desde os seus primeiros dias, ja dormia 6 horas de noite. Apesar disso, fiquei muitas noites sem dormir durante meses. Ele varias fases, dos gases, quando nao conseguia se acomodar sozinho, queria a chupeta que tinha soltado. Entre essas e outras e fui ficando destruída. O maior medo que eu tinha antes dele nascer se concretizou. Nao aguentava mais ficar sem dormir e achei que ia enlouquecer. Morando no exterior tenho uma vida bem diferente das minhas amigas, que tem muita ajuda ai no Brasil. Empregada, babá, enfermeira, e a família por perto. Sem ajuda, nunca tive muito tempo para ficar ninando ele na hora de dormir, era por no berco e ele que se virasse porque eu tinha muito mais o que fazer, lavar e limpar tudo relacionado a ele. Mesmo assim errei ao levantar de noite com qualquer resmungada que ele dava. Foram oito meses e meio assim, ate eu dar um basta. Segui as dicas americanas e deixei varios dias ele resmungando e chorando sozinho. Comecei a perceber que era pura manha, nunca chorava mais do que 2 minutos. Obviamente que nenhuma das vezes tinha nada serio. Foi super dificil as vezes ate torturante, mas passados alguns meses ele virou outra criança. Dorme sozinho, 10 horas por noite. Não faz um ruido de noite e de manhã não chora mais também. Fica brincando no berço sozinho até eu ou meu marido ir buscá-lo. Minha falecida avó teve 11 filhos e dizia uma coisa muuuito sábia: hábito é a gente que dá! Ela tem toda razão. Beijos

Rita disse...

Oi, Ana Paula! Que bom que algum vento te trouxe aqui. Espero que goste e venha mais vezes, bater papo e trocar ideias sobre os pequenos e outras coisitas.

Bom, eu também acredito que a maioria dos problemas com as crianças são criados pelos pais: se eu gritar com meu filho, ele vai aprender a gritar. Se eu acostumá-lo a dormir de tal jeito, ele vai querer assim. Se eu ceder às vontades por doces, eles vão se alimentar mal, etc. Eu não tenho medo de choro e birra, então tenho conseguido impor as regras que acho úteis. Claro que também aprendo com eles, todos os dias, mas entendo que criança precisa de norte, senão se perde.
Bom, que bom que você conseguiu se acertar com seu filhote na hora de dormir. Outro dia disse a uma amiga que quando o bicho pega por aqui penso nas minhas amigas que criam filhos na Europa ou nos EUA. E paro de reclamar imediatamente. A gente chora de barriga muito cheia, sim.

Beijão!
Rita

 
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