O cinema frio e aquela cidade


Respondam rápido: qual a melhor coisa de se ter a sogra em casa nas férias? Tic-tac, tic-tac, tic-tac - peeeemmmm! Tempo esgotado. Acertou quem respondeu "você pode ir ao cinema!". Tudo bem, também podemos ganhar flores. Mas vocês não precisam me julgar assim uma egoísta desalmada, que só pensa nos próprios benefícios. No meu caso, o melhor mesmo é a agradável companhia e os bons papos (ainda próprios benefícios? Paciência.). Mas ontem foi, sim, crianças na cama e ingresso na mão, fazer o quê.

Assistimos ao Sherlock Holmes, do Guy Ritchie - mas não vou falar do filme. Vocês já sabem que tem o Downey Jr. no papel do Holmes (beeeeem diferente do Holmes que habitava minha imaginação até ontem) e o Jude Law no papel do Watson (beeeeeeeeeeem diferente etc.). Mas eu estava com sono, então corro o risco de ser injusta com uma produção que até me pareceu bem boazinha, apesar de não ter me empolgado muito. Além do mais, tendo cozinhado os miolos durante o dia inteiro no calor de 38ºC, escolhi meu vestido mais curto, mas fresco e mais sem pano para ir ao cinema só para chegar lá e descobrir que o ar-condicionado estava a mil, deixando a sala a uns, vou chutar, 14 graus negativos (exagerada, eu?!). Quase morri de frio, quem mandou não levar um casaquinho. O Ulisses bem que se esforçou, abraços não faltaram, mas o frio estava mesmo de rachar. Então com sono e batendo o queixo não deu para apreciar a obra da forma devida, vocês me entendem.

Mas tem mais uma coisinha... a história do filme, obviamente, passa-se em London London. E fiquei ali viajando na maionese, vendo aquelas cenas na St. Paul's Cathedral, na Tower Bridge em construção, aquelas casas vitorianas e quase me esqueci de prestar atenção ao filme; acho mesmo que cheguei a sentir aquele cheirinho de cidade velha...  É que espero em breve escrever muitos posts sobre a capital inglesa. Mas tudo tem seu tempo e agora é tempo de aguardar. Não há nada definido, afinal. Apenas a vontade, um número de protocolo e um calendário que se arrasta. Por enquanto, só no cinema.

6 comentários:

Marcia disse...

Hum...
Tô sentindo cheiro de licença capacitação no ar...
;-)

Lud disse...

Rita,
eu também vi Sherlock. E achei tão mais ou menos... Entendo que os produtores queiram atrair o público de hoje. E isso é bom, porque se pra for fazer igualzinho o que já foi feito, não precisa(tipo Psicose versão colorida. Oi?). Mas, como releitura do Sherlock Holmes, eu acho o seriado House MUITO melhor.
Beijos!

Rita disse...

Oi, meninas!

Marcinha, fingers crossed, pretty please...

Lud, eu também acho legal as releituras que inovam e tal (tipo a-do-rei aquele Romeu e Julieta com o Di Caprio, lembra?? Devo ter assistido umas cinco vezes. Putz, isso faz um tempão...), mas Sherlock... acho que preciso ver de novo, de casaco e sem sono. Não acompanho House, infelizmente, já vi tanta gente falando bem. Quem sabe um dia cato os DVDs (quantas temporadas já são?) e vejo tudo de uma vez? Funciona bem com Lost, que adoro! E fica mais viável por causa das crianças. É só sacrificar algumas madrugadas e aí ficamos por dentro dos babados. :-)

Beijocas!

Desabafando idéias disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Desabafando idéias disse...

De nada, colega (dispondo-me pelo favor, por aqui).
Quanto ao Sherlock, vi o trailer, não me interessou. Sou chatinha com filmes, confesso.

Ada

Rita disse...

Ada, obrigada pela visita, venha sempre, será muito bem vinda!

Bjs,
Rita

 
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