30 de novembro de 2009
29 de novembro de 2009
Feliz aniversário, meu amor
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Marcadores: aniversário, família, Odisseus
27 de novembro de 2009
A volta
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Atualização em 30.11.09: e sumiram outra vez...
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Marcadores: blogar
26 de novembro de 2009
Palavras ao vento - o blog está menor
E, principalmente, espero que esse maldito incidente não desestimule nossas conversas por aqui. Este parece ser um grande momento para brincar de Jogo do Contente. Vamos ver se consigo: hum... podia ser pior.. o blog inteiro poderia ter sumido. Bem, é verdade. Já aconteceu com outros blogueiros. Vou tentar sorrir.
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Marcadores: blogar
O vaso vazio
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Marcadores: crianças, vida em sociedade
25 de novembro de 2009
O sorriso de Odisseus - o fim de uma era
- Voltar a dormir na sua própria cama depois de uma viagem longa.
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- Tirar todo o catchup ou mostarda grudados em volta do bico.
- Quando você compra um aparelho na loja e descobre que ele vem com pilhas incluídas.
- As primeiras duas horas de uma longa viagem de carro.
- Puxar aquele filme plástico que protege aparelhos eletrônicos.
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- Entrar no cinema com doces/pipocas mais baratas escondidos na bolsa.
- Quando a pessoa coçando suas costas encontra a parte que realmente coça.
- Ouvir sua nova música favorita, várias vezes.
- O momento em que a plateia percebe qual música a banda está começando a tocar.
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- Os segundos finais do processo de desatar um nó bem grande (essa também vale no sentido figurativo).
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- Rir tanto a ponto de não fazer nenhum som.
- Quando você abre a porta de um banheiro público esperando o pior e o encontra limpíssimo.
- Quando você chega no ponto de ônibus e o ônibus chega também, cinco segundos depois."
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24 de novembro de 2009
Nove anos
por desfolhar-me é que não tenho fim."
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23 de novembro de 2009
Divagações noturnas: o belo é simples
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Marcadores: vida em sociedade
Natal II - dos símbolos
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Marcadores: família
22 de novembro de 2009
Domingo indoors
- Bom dia! Que tal sairmos para pedalar?
CABRUUUUMMMMM!!!!!!!!!!!!!!
- Deixa pra outro dia...
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Marcadores: família
21 de novembro de 2009
Corpinho de boneca
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Marcadores: filhos, vida em sociedade
18 de novembro de 2009
O cara legal por trás dos óculos (e do tampão)
Com meu filho (que você pode ver aí em cima, de camiseta vermelha) a necessidade de usar óculos chegou muito mais cedo, aos dois anos de idade. É claro que minha experiência gritou na minha memória e temi por sua felicidade por trás das lentes, ah, as mães. Mas logo percebi que, no que se refere à autoestima da criança, começar a usar óculos mais cedo pode ser uma vantagem. É que por volta dos dois anos as crianças tendem a ser bem desprendidas de padrões socialmente estabelecidos. Elas não ligam se o amiguinho foge a algum modelo mais recorrente de corpo, altura, tipo de cabelo. No mundo deles, uma criança de óculos é alguém que usa um acessório curioso e alguns amiguinhos até pedem para "usar um também, mamãe". Nenhum amiguinho do Arthur o olhou atravessado por causa dos óculos.
O Arthur se adaptou muito bem à novidade e em poucos dias foi eleito o intelectual mais charmoso do bairro. Eu elegi. E aqui preciso registrar nosso agradecimento aos amigos queridos que foram a nossa casa no dia em que o Arthur recebeu seu primeiro par de óculos. Tínhamos um jantar programado para aquela noite e, no final da tarde, liguei para eles e comuniquei o acontecimento mais recente, a "inaguração" dos óculos do Arthur. E fiquei muito feliz ao ver que todos eles chegaram a nossa casa com seus respectivos pares de óculos, num gesto tão lindo de solidariedade e inclusão que nunca vou esquecer. Então foi suave, logo as lentes foram totalmente integradas à rotina do nosso filho e tudo bem. Mas esse era só o primeiro passo.
O Arthur tem o que os médicos chamam de ambliopia, condição que ocorre quando um dos olhos não desenvolve a visão da mesma forma que o outro. No caso do Arthur, essa condição está associada ao desvio de um dos olhos, o estrabismo. O olho que se desvia do eixo desenvolve-se menos que aquele que fixa bem os objetos. Com o tempo, o cérebro passa a priorizar o "olho bom" e corre o risco de "esquecer" do outro. Se não tratada, a ambliopia leva à perda de visão do olho "fraco". O tratamento então precisa ensinar o olho "fraco" a fixar os objetos tão bem quanto o outro, precisa fortalecer o olho e permitir o desenvolvimetno da visão. Então além dos óculos o Arthur precisou integrar outro elemento à sua rotina: o tampão ocular.
E aí o início foi difícil para todo mundo. Lamentávamos muito ter de insistir para que o Arthur usasse algo tão desconfortável (já experimentaram?). Eu sempre achei que ele se acostumaria, ele é um forte, mas confesso que não foi fácil. Na verdade, foi uma forte avalanche de conflitos. Cortava nossos corações vê-lo argumentar que já tinha se adaptado aos óculos (com as entrelinhas de "olha, já estou sendo um bom menino, vocês ainda querem mais?"); vê-lo reclamar que incomodava, algo irrefutável, diferente dos óculos que, sempre dizíamos, "é só se acostumar e você nem vai sentir"; vê-lo tristonho, pedindo para retirar o tampão a cada cinco minutos. Mas quem educa sabe que, muitas vezes, precisamos ser mais firmes do que gostaríamos e que ceder significa jogar contra o que é melhor para um filho. Então insistimos, insistimos, insistimos. Premiamos cada avanço com elogios derramados (e muito sinceros) e nos sentimos profundamente orgulhosos da valentia de nosso piratinha.
Nesses dois últimos anos (e meio) o Arthur já passou por várias fases: usou o tampão por quatro horas diárias, durante o dia todo, voltou às quatro horas e agora usa (ou deveria usar, estamos bem mais relaxados, admito) por duas horas diárias. Nosso relaxamento (ainda que recriminável) tem uma razão de ser: o sucesso do tratamento. O ex-olho fraco já atingiu o mesmo desenvolvimento que o outro olho (ÊÊêêêêêêê!!!! Yuuupppiiiiii!!! É o maior! É o maior!) e o uso do tampão agora tem a função única de evitar a perda do que já ganhamos. É que durante a primeira infância, período em que a nossa visão se desenvolve completamente, existe o risco de o olho "bom" ser ainda preferido pelo cérebro (porque o desvio ainda ocorre quando o Arthur tira os óculos).
O prognóstico, segundo a oftalmologista, é excelente. O uso do tampão deve seguir "homeopaticamente" até os seis ou sete anos, quando não existirá mais o risco de perda da capacidade visual, e ele seguirá com o uso dos óculos para corrigir o grau, simplesmente. Também poderá optar por lentes de contato quando estiver um pouco maior (ou permanecer com os óculos, com os quais já está tão acostumado). Aos 18 anos poderá recorrer a uma cirurgia relativamente simples (se for necessário) e deixar tudo para trás.
Quero enfatizar que o sucesso que estamos tendo com o tratamento do Arthur tem tudo a ver com o diagnóstico precoce. Quanto mais cedo a criança começa a tratar o estrabismo ou qualquer outro probleminha que afete o desenvolvimento de sua visão, mais chances ela tem de recuperar totalmente o quadro. Note-se que, muitas vezes, enfrentamos mais os nossos próprios medos do que os da criança. É normal sentir "pena" de uma criança que precisa usar um tampão ocular? Pode ser. Mas e o que dizer de uma criança que não recebe a assistência devida, em qualquer tratamento? Não é fácil, é verdade. Existe, sim, a tentação de deixar o tampão de lado, fazer pouco caso do que dizem os médicos, seguir só com os óculos. Nunca saberemos o que teria acontecido com a visão do Arthur se não tivéssemos feito uso do tampão, mas, do nosso ponto de vista, há riscos que não se justificam.
Então é preciso ficar de olho nos olhinhos. E, mais uma vez, palmas para o papai Ulisses que percebeu de cara os primeiros desvios no lindo olhinho do Arthur. E palmas, assobios e fogos de artifício para o nosso valente piratinha que coloca o tampão, iça velas e singra os mares da sala, mapa em punho, rumo ao maravilhoso futuro de olhos bem afiados. Quer tesouro melhor? Parabéns, meus amores. Como sempre, vocês arrasam.
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17 de novembro de 2009
Era uma casa muito engraçada
(Arthur, 4 anos; Amanda, 2 anos)
Ele anda todo orgulhoso por ter aprendido recentemente umas palavrinhas proparoxítonas bem difíceis. Então quer usá-las, do jeito que for...
- Olha, mãe, um inseto bípede. Que estranho! Todo inseto é quadrúpede.
- Ah, é mesmo. São sêispedes.
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Pela sala, Power Arthur Ranger brada suas terríveis ameaças contra o poderoso inimigo invisível:
- Aahhhhhhhh, eu tenho esta espada mágica!! Aaahhhhhhhh, você nunca vai conseguir me defender!!
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- Mãe, sabe como se chama o cientista que estuda os dinossauros?
- Não, filho, como é?
- Paleontógalo.
- :-) ... Ah, é...
- Olha, tia, a mamãe bincando de Ben 10!
***
No balanço, olhar voltado para o alto, com aquele semblante bom de infância, ela canta minha versão favorita para o clássico A Casa:
"Era uma tasa muito ingaçada.
Num tinha teto, num tinha naaaaadaaaa.
Ninguém podia fazer xixi, sshhiiiiiii
puque o pinico num tinha chããããão.
Mas era feita com muito melo,
Rua do bobo, numéro zeeeelo..."
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16 de novembro de 2009
Crianças presenteadas são crianças estragadas?
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15 de novembro de 2009
Natal I - dos presentes
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14 de novembro de 2009
De aquarelas
(Alerta: modo coruja ativado)
Postado por Rita 3 comentários
Marcadores: filhos































